Estas
recentes noticias fizeram-me restringir ainda mais o consumo de carnes aqui em
casa. As minhas rotinas alimentares eram: cozinhava carne vermelha
(assado de vaca ou porco) ao domingo e a outra refeição da semana (habitualmente
bifes). Em 14 refeições semanais, só três deste tipo de carne era uma boa quantidade. As restantes
refeições eram de carnes brancas, ovos ou peixe. Duas vezes
por semana (segunda e sexta-a primeira para compensar dos excessos do fim de
semana e a última para gastar os legumes que restam antes das compras semanais
ao sabado), o jantar era sopa de legumes (sem carne- nunca deito nas sopas dos
adultos) ou canja (que a Inês adora) com maçãs cozidas (no Inverno) ou salada
de fruta (no Verão) ou então leite creme, arroz doce, aletria (estes dois
últimos mais raramente), quiche ou simplesmente fruta fresca.
Fazia um bolo de 15 em 15 dias com a ajuda da minha filha (nunca compro bolos aqui, o sabor que domina naqueles é a manteiga e não gosto, acho que usam a manteiga a substituir os ovos).
As carnes processadas eram apenas o fiambre (que não dispensava de manha) e ás vezes bacon ou chouriço que usava nas refeições (com massa esparguete ou quando fazia a minha feijoada pobre ou para dar sabor nalguns pratos, como a minha jardineira de salmão). Também comprávamos umas salsichas próprias para crianças para a Inês. Adoro o salpicão e o presunto portugueses.
Fazia um bolo de 15 em 15 dias com a ajuda da minha filha (nunca compro bolos aqui, o sabor que domina naqueles é a manteiga e não gosto, acho que usam a manteiga a substituir os ovos).
As carnes processadas eram apenas o fiambre (que não dispensava de manha) e ás vezes bacon ou chouriço que usava nas refeições (com massa esparguete ou quando fazia a minha feijoada pobre ou para dar sabor nalguns pratos, como a minha jardineira de salmão). Também comprávamos umas salsichas próprias para crianças para a Inês. Adoro o salpicão e o presunto portugueses.
O
pão era de forma ou um que se coloca no forno ou o pão normal mas nunca pão
branco, sempre de sementes, de mistura, de centeio ou integral.
Nunca
compro refrigerantes ou snacks e as bolachas tenho vindo a reduzir muito, tenho
tentado comer só Bolacha Maria (vamos aqui comprar no ibérico).
Já
há um mês que não compro carne vermelha, só frango, perú ou coelho. Tenho tentado
fazer refeições com menos carne, só com ovos ou totalmente vegetarianas. Uma
delas é a pasta in one pot que é prática, rápida, saudável e deliciosa
(basicamente consiste em colocar esparguete, água, azeite e uma série de
legumes e ervas a gosto na mesma panela
e levar ao lume 15 minutos). Um dos meus truques é acrescentar sempre legumes
aos estufados e assados de carne, acabando por comer menos carne.
Também
tenho evitado os refogados de cebola, os meus arrozes são quase sempre cozidos
em água e especiarias. Os assados com menos gordura e os estufados são com quase
tudo em cru. Aposto mais nas especiarias, tenho descoberto os cominhos, a
pimenta, a erva doce e a estrela de anis. Não compro pão de forma, opto por ir comprar mais vezes pão durante a semana.
Por outro
lado, não posso abdicar de tudo, posso é procurar os produtos e as maneiras
mais saudáveis de confecionar, e um pecado alimentar de vez em quando é
permitido e muito recomendado. Faço um bolo uma vez por mês, por volta do dia 7, dia que o meu filho comemora mais um mês de vida e ainda ontem fiz uma bola de carne de frango.