quarta-feira, 28 de outubro de 2015
Para a Inês os indispensáveis são um bom casaco impermeável, um conjunto para a chuva (que se veste por cima da roupa e está na escola porque aqui eles saem para os parques mesmo com chuva), galochas, botas forradas de pelo, um conjunto para a neve (veste-se por cima de tudo), botas impermeáveis para a neve, gorros, cachecóis e luvas.
Na primavera, esta cidade fica parecida com um prado, cheia de erva verdinha e muitas florinhas e dentes de leão. No Outono (que vai adiantado em Berlim) a cidade está linda, pintada com estas cores quentes que adoro. No Inverno (com sorte) teremos a cidade pintada de branco.
Berlim é a minha cidade agora (irá fazer sempre parte da história da minha vida, foi aqui que fui mãe pela segunda vez), estou a aprender a gostar e a usufruir dela e das suas variações cromáticas.
Como é uma cidade muito verde, num simples passeio para peões ao pé da estrada, consegue-se o cenário para as primeiras quatro fotos. As outras quatro foram tiradas num parque mesmo perto de casa, onde a natureza é rainha. Tenho outro parque com um lago lindissimo mas já tem mais intervenção do homem.
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
No final desta semana, que demorou muito a passar, chegaram estes miminhos para me alegrar. Cada vez mais me sinto feliz com as pequenas coisas da vida: abrir uma caixa e encontrar alimentos e produtos tão familiares e que nos remetem para tudo o que mais amamos é muito bom.
Além disso, são produtos extremamente caros e raros de encontrar, tais como:
- bacalhau salgado-existe apenas o fresco
- chouriço e salpicão- existem muitos chouriços provenientes de Espanha mas nenhum deles com o sabor destes transmontanos
- castanhas- é um fruto que só se encontra em Berlim na época delas e a preço de ouro
- gelatina em pó- existe aqui mas muito diferente da portuguesa, menos doce, menos consistente e de uns sabores estranhos
- chocolate em pó- existe apenas o cacau em pó, o que dificulta a execução das receitas
- coco ralado- também se encontra à venda mas muito mais seco (tentei fazer coquinhos mas pareciam palha) e de uma maior espessura
- paus de canela- existe a preços absurdos (e agora que descobri o arroz basmati, uso-a muito mais)
- grão de bico e feijão- nos supermercados comuns não existe grão de bico e apenas um feijão pequeno e vermelho. Eles usam mais as lentilhas (gosto muito das laranjas que cozem em 10 min para a sopa) e ervilhas secas
- queijo- existe muito queijo mas nenhum como o português
- bolacha maria- simplesmente não existem bolachas parecidas com aquelas
- papas de bebé- existem poucas e com sabores muito diferentes (a Nene só come cerelac de manhã, desta vez em Setembro mandamos 30kg)
PS- E aquele miminho da marmelada foi a cereja no topo do bolo. A única que eu considero verdadeiramente marmelada e que contém em si as memórias mais doces da minha infãncia (ver neste post).
Decorreu
em Berlim de 9 a 18 de Outubro o Festival das Luzes. Este evento já se repete desde 2004 e, todos os anos contempla um novo tema, tendo
sido em 2015 “New dimensions”. Desde as
19h as 24h, muitos edifícios da cidade são iluminados através de projeções.
Uma vez que este fim de semana não estava chuva nem frio, fomos no sábado para a zona dos Portões de Brandenburgo para assistir. O ambiente estava caloroso com muitas pessoas e estavam a ser projetadas uma espécie de animações curtas, juntamente com som, o que resultava num efeito muito giro. No fim, apelavam à escolha da melhor e ao voto na internet. Queríamos ter ido à Catedral de Berlim e ao Hotel de Rome mas ainda ficava longe, vi ao passar de carro e achei que perdemos o melhor. Os portões de Brandeburgo tem apenas 6 colunas e uma parte superior mas a catedral é um edifício completo que funciona quase como uma parede e depois tem uma arquitetura que acrescenta ainda mais beleza ao espetáculo. Para a próxima vez vamos para lá.
Não tiramos fotografias mas ficam estas deste blog que consulto muitas vezes e que acho muito útil para quem quer descobrir esta cidade (mesmo eu, que moro aqui há 2 anos, ainda a estou a descobrir).
Uma vez que este fim de semana não estava chuva nem frio, fomos no sábado para a zona dos Portões de Brandenburgo para assistir. O ambiente estava caloroso com muitas pessoas e estavam a ser projetadas uma espécie de animações curtas, juntamente com som, o que resultava num efeito muito giro. No fim, apelavam à escolha da melhor e ao voto na internet. Queríamos ter ido à Catedral de Berlim e ao Hotel de Rome mas ainda ficava longe, vi ao passar de carro e achei que perdemos o melhor. Os portões de Brandeburgo tem apenas 6 colunas e uma parte superior mas a catedral é um edifício completo que funciona quase como uma parede e depois tem uma arquitetura que acrescenta ainda mais beleza ao espetáculo. Para a próxima vez vamos para lá.
Não tiramos fotografias mas ficam estas deste blog que consulto muitas vezes e que acho muito útil para quem quer descobrir esta cidade (mesmo eu, que moro aqui há 2 anos, ainda a estou a descobrir).
terça-feira, 20 de outubro de 2015
Já tinha escrito isto há algum tempo para publicar no domingo mas não me apeteceu. Fica aqui hoje:
Adoro os dias de panquecas. Às vezes, nas manhãs de fim de semana, o E prepara uma torre de panquecas E que bom é come-las calmamente, sem pressas, empurrar as cortinas e deixar a luz do sol entrar, um sol com um brilho ofuscado, como é típico daqui, mas tão bem vindo e aconchegante.
E que bom é ver a minha filha a correr pela casa, a brincar ou a cantar e dançar e, juntamente com isso, a fazer um barulho ensurdecedor ou então sossegada no sofá a ver desenhos animados.
E o meu menino na espreguiçadeira a palrar alegremente ou a rir com as traquinices da irmã ou a brincar com um brinquedo ou a reclamar a atenção ou o colo dos pais (muitasvezes está mesmo ao colo).
E como é bom dar um beijo ao meu companheiro (mesmo skinhead estás lindo) e perceber que mesmo depois destes anos todos (faz hoje 14 anos, já foram tantos assim?) continuamos ainda mais unidos e felizes, a saborear estes momentos bons.
E
de repente paro, olho para o tanto que me rodeia e percebo que a vida foi muito
generosa comigo.
Deixo
a receitas das últimas panquecas feitas aqui em casa: 150g
de farinha de trigo + 2 colheres de chá de fermento
150g de flocos de aveia
300
ml de Buttermilch
2
ovos
1
colher de sopa de açucar baunilhado
1
pitada de sal, noz moscada e canela a gosto
Mexer bem os ingredientes e colocar na frigideira levemente humedecida com azeite, uso um spray próprio (ficam mais espessas porque a massa não desliza tão facilmente pela frigideira) deixar formar bolinhas e depois virar e deixar mais alguns minutos.Não ficam as panquecas mais fofinhas de sempre mas são muito mais saudáveis e aromáticas.E que boas com simples rodelas de banana colocadas por cima da massa ainda na frigideira ou com iogurte natural, um fio de mel e frutos secos por cima (todas as vezes descubro maneiras diferentes de as tornar ainda mais deliciosas).
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
Vi há pouco tempo um filme baseado num livro que teve muito sucesso e foi um bestseller. Na altura, fiquei curiosa mas não me parecia ser um livro que valesse a pena comprar. Este Verão emprestaram-me o livro "As cinquentas sombras de Grey" e foi o que eu já suspeitava. Sem grande interesse, a história baseia-se na relação entre 2 pessoas, envolvendo o poder/submissão com muitas cenas de sexo à mistura. Ela, uma jovenzinha tímida e desajeitada, ele, rico e poderoso: tão banal e tipico. Aposto que no fim da trilogia ele muda, redime-se e vivem felizes para sempre (eu até gosto de ver filmes de comédias romanticas, esta está mais para erótica, mas com os livros sou muito mais exigente)
Não percebo o que tem de especial para este livro ser tão falado e ter tamanho número de vendas. Quem o elogia e engrandece tanto nunca deve ter lido um livro bom de um autor consagrado (ok, não precisa ser um livro bom nem de um autor consagrado para ser melhor que este). Experimentem e verão a diferença.
Para não esquecer
- Eu disse:
-A minha menina porta-se tão bem, fala baixinho para não incomodar o maninho, tem um coração de ouro!
E ela, depois de parar por instantes:
-E tu tens um coração de amor, mamã!
- Na falta de melhor termo, no aniversário do pai:
-Onde está o... o... ligador das velas!
- A minha mãe:
-Eu comi tudo!
-Eu também comi tudo, vovó!
-Não, tu deixaste comida no prato!
-Não, vovó! Eu comi tudo (nesta altura, a minha mãe ia responder), tudo o que queria!
- Ela a falar sobre uma amiguinha da escola:
- A Anna já não está na escola, mãe, foi para a Primark!
-O que é a Primark, filha?
- Então mãe, a primark é a escola dos grandes!
- A mudar a fralda ao seu boneco:
-Então filho, está quietinho com os pés!
- Diz estas palavras, muito convicta, várias vezes:
- Eu não quero casar, vou fcar sempre com os pais, vou morar sempre aqui! (O pai quis que eu escrevesse aqui, para ela se lembrar sempre destas palavras, quando quiser ir com um guedelhudo qualquer)
O meu amor mais pequeno ainda não tem destas tiradas mas é traquinas que se farta e é preciso estar muito atenta aos seus movimentos. Outro dia, estava ele na cadeira da papa e eu virei-me para ir buscar a fruta. Quando voltei a olhar, já ele tinha agarrado a cortina e enfiado na boca. Ficou num lindo estado a dita, que ainda por cima era branca.
Hoje à noite, fiz aletria (deu-me uma vontade de comer daquela cremosa, só gosto dessa) e, para o entreter, dei-lhe o pacote para as mãos. virei costas por segundos e parte da aletria estava por cima dele.
Hoje à noite, fiz aletria (deu-me uma vontade de comer daquela cremosa, só gosto dessa) e, para o entreter, dei-lhe o pacote para as mãos. virei costas por segundos e parte da aletria estava por cima dele.
terça-feira, 13 de outubro de 2015
Este fim de semana fiquei feliz, entrei nas minhas calças de ganga habituais.
Ainda tenho um longo caminho a percorrer, principalmente na zona abdominal, mas já fico contente com estas pequenas vitórias (pesava 52kg, duas gravidezes depois 65kg). Ainda não penso em restrições alimentares porque continuo a amamentar mas quando deixar, irei fazer, As pessoas dizem que estou bem mas eu, que sempre fui magra, sinto-me pesada e menos ágil e incomoda-me que as roupas não me assentem como antes.
As calças em questão (Salsa) custaram 100 euros, estavam praticamente novas e ainda bem que vão sair do armário. Além dessas, tenho pelo menos mais 2 pares que também já servem.
sexta-feira, 9 de outubro de 2015
Achei um desperdício arrumar estas roupinhas lindas de Verão que os meus filhos vestiram apenas numa sessão fotográfica (não mais vestirão certamente), então porque não expo-las na parede?
A entrada foi o sítio escolhido para mais uma mudança (já esteve assim, assim e mais outras tantas que me esqueci de fotografar) e resolvi arriscar numa cor que, normalmente, não faz parte das minhas escolhas.
Quem gostou mais foi a minha filha que disse, efusivamente, quando chegou da escola:
- Mamã, a entrada está tão linda! Adoro vermelho paixão!
quinta-feira, 8 de outubro de 2015
Outono, algum frio, um sol tímido, um qualquer sábado do décimo mês do ano, um início de tarde, uma cidade capital de distrito de Trás-os-Montes e Alto Douro, uma casa velha no centro da cidade, um quintal nas traseiras da casa, uma cozinha antiquada mas limpa, uma avó matriarca e querida, uma filha prestável e atarefada, um avô sério e introvertido, algumas crianças irrequietas e barulhentas, o cheiro ácido da polpa da fruta, uma pequena fogueira no exterior, uma panela enorme equilibrada na grelha no lume, as pequenas mãos estendidas a pedir o rebuçado delicioso, uma colher de pau gigante a mexer a iguaria, uma concha ou um fervedor antigo a entrar vazia/o e a sair cheia/o da panela, o aroma doce do pitéu recém-preparado, os recipientes de vidro e porcelana cheios a passarem de mão em mão, os pedaços de pão a mergulharem no liquido fumegante, os dedos pegajosos de tanta doçura, o sabor reconfortante da marmelada…
e
saudades, tantas saudades com lágrimas a escorrerem pela cara abaixo.
O
meu filho tem 6 meses e, depois deste
furacão, que é ser mãe novamente e ter um recém nascido exigente para cuidar,
voltei a olhar para a cozinha, não apenas como um sítio onde vou fazer algo
rápido para as refeições ou as paneladas de sopa para a minha filha mais velha, mas como um local de experiências, improviso e de relax.
Esta semana fiz
rissóis (já tinha tentado há alguns anos mas não concretizei, o recheio ficou
muito bom mas não consegui estender a massa) de carne. Surpreendentemente, a
massa ficou muito boa, o recheio tinha muito bechamel e pouca carne e a falta
de prática fez com que alguns ficassem com a massa um pouco grossa. Mesmo
assim, fiz 38 e, neste momento, tenho 30 congelados.
Nunca os experimentei no
forno mas, para mim e para os típicos
salgadinhos, é sempre uma boa
alternativa, mais sequinhos e saudáveis (faço sempre os douradinhos no forno). Substituir a sertã e gordura pelo
tabuleiro e forno é algo que faço cada vez mais frequentemente. Os panados de
carne e peixe também ficam deliciosos, cozinhados dessa forma. Quero experimentar umas batatas
em palitos no forno que vi numa receita na internet (tipo as fritas), só com um
fiozinho de azeite, sal e tomilho (ou com qualquer outro tempero a gosto).
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
O meu filho faz 6 meses hoje. Podia dizer que tenho um filho lindo, simpático e querido, que sou a mãe mais feliz e abençoada, que espero vê-lo crescer por muitos anos, que desejo que tenha saúde, amor e tudo de bom que a vida lhe possa trazer (tudo verdades) mas em vez de escrever frases repetitivas, vou contar um pouco da história da nossa família.
“Recuando no tempo, a
tua gravidez foi algo inesperado e muito desejado. Tendo em conta o percurso de
infertilidade de um ano e cinco meses, ficar grávida daquela maneira parecia um
sonho, estava sempre a pensar que não poderia ser verdade. Parecia incrível
como às vezes passamos duma atitude de resignação, uma resignação moderada
visto que iria continuar a lutar por um filho, para uma sensação de
incredibilidade. Devo dizer que a felicidade que senti foi sempre muito
ponderada, tinha um bichinho dentro de mim muito pequenino que sussurrava
baixinho como foi possível? Será um engano? Será que vai correr bem?
No
dia 6 de Dezembro de 2010, fiz dois testes de gravidez que a tua tia me deu
como descargo de consciência porque só pensava que estava desregulada, apesar
das quantidades enormes de hormonas que tinha “introduzido” no meu corpo no
último tratamento- a fertilização in vitro com micro-injecção de
espermatozóides. A minha cabeça esteve durante esse mês e meio focada na
próxima batalha que seria em Janeiro a TEC (transferência de embriões
congelados). Eram a minha esperança, aqueles quatro pontos luminosos que mais
pareciam estrelinhas a brilhar num futuro negro…”
Retirado
do diário da minha primeira gravidez
O meu filho que faz hoje 6 meses, aliás o seu começo mais primordial, é mais velho que a minha filha com 4 anos. Como é isso possível?
Lendo a passagem acima, um daqueles pontos luminosos é, hoje, o meu Eduardinho.
Do
tratamento que fiz em outubro de 2010 resultaram 9 embriões, tendo sido
congelados 4, em conjuntos de 2. Quando engravidei espontaneamente da minha filha, um conjunto
de células chamado blastocisto estava crio-preservado e assim ficou mais uns
aninhos, até ser implantado no meu útero (foram implantados 2 mas a seleçao natural atuou e ficou apenas 1). Estas células totipotentes
continuaram a dividir-se e deram origem a um feto, depois a um recém nascido e, atualmente, um bebé de 6 meses.
Não
vou discutir se estes estágios iniciais se podem considerar vida ou não mas a
ciência permite coisas extraordinárias, entre elas selecionar os embriões
saudáveis (DGPI- dignótico genético pré
implantatorio) e apenas implantar esses (em casos de doenças que afetem a família- não é o nosso caso). Aqui a ética também conta, não se pode
criar, selecionar, implantar ou destruir os embriões por capricho.
Já me alonguei, é a minha veia de professora, essas estrelinhas eram (e ainda são?) a minha esperança: na altura, pressentia que estava nelas a chave para tornar a nossa família mais feliz, rica e completa, o que, passados cerca de 5 anos, vejo que se concretizou.
terça-feira, 6 de outubro de 2015
A maior parte
dos Kindergarten (jardim infantil) são
iniciativas de privados: igrejas, empresas e até associações de pais. A Maria Inês
frequenta uma escola católica que costuma festejar algumas datas e convidar os
país. Desta vez, o convite foi para o ErntedanksGott (ação de graçãs ou thanksgiving em inglês), uma missa com a participação das
crianças, seguida de um brunch e convívio. Em Portugal, não temos esta tradição
mas já tinha ouvido falar nos filmes americanos e percebi que se trata de
agradecer a Deus todos os recursos naturais que existem.
Nunca tínhamos aderido
mas resolvemos participar e lá fomos nós neste domingo. A missa foi muito
semelhante à de Portugal mas achei as canções mais alegres, mais palmas e,
surpreendentemente, quase toda a gente vai comungar. O padre convidou todos a
juntarem-se e a desfrutarem do pequeno-almoço que era muito diferente do português
típico. Basicamente, não existem salgadinhos e em substituição muita fruta e
legumes crus em palitos; a típica salsicha com pão na grelha; sandes com pouco
fiambre/ovo cozido e muitos legumes; poucos
doces; nada de batatas fritas ou outros snacks do tipo.
Na kitta,
colocaram um papel já com o que precisavam e os pais assinalavam o que trariam.
Eu preferia levar um bolo mas como os cinco bolos já estavam preenchidos,
coloquei, sem saber muito bem o que era (gemüse são legumes mas estranhei comerem
legumes crus), gemüsesticks. Fui pesquisar à internet e estes são apenas todo o
tipo de legumes crus partidos em palitos: pimento, cenoura, pepino, courgete,
até batata crua. Além disso, e para tornar mais bonito e agradável, levei umas
espetadinhas com tomate cereja e queijo em cubos temperado.
Outra coisa estranha é acompanharem a comida com chávenas enormes de café quente e fraquinho. Eles fazem mesmo bem as contas e, no fim, tinha desaparecido quase tudo. Se fosse em minha casa pensaria que alguém tinha ficado com fome…
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
Depois dos 25 anos da queda do muro de Berlim, este Sábado, 3 de Outubro, foi feriado na Alemanha e comemoraram-se os 25 anos da reunificação do país. Grande acontecimento para os alemães e grande festa na zona dos Portões de Brandenburg.
Desta vez, não fomos, ficamos em casa. De tarde, estava um tempo agradável, fomos até ao parque aqui perto e as crianças brincaram. As crianças e não só, não foi pai?
sábado, 3 de outubro de 2015
Neste T2, com pouco mais de 65m2, onde mora a nossa família de quatro elementos falta espaço. Eu, que sempre habitei casas relativamente grandes, nunca pensei ser tão importante o espaço. Temos um hall razoável, um dos quartos muito pequeno, uma casa de banho pequena com poliban, um quarto grande e uma sala/cozinha não grande mas confortável.
O que faz mais falta é uma despensa para arrumação. Este é o grande problema, onde arrumar a roupa, brinquedos e afins, leia-se tralhas de uma família com 2 crianças. A grande resposta é não deixar acumular as referidas tralhas e ir dando ou deitando fora (custa-me dar roupa das crianças praticamente nova ou brinquedos, por isso, ainda vou guardando).
Mas como há sempre elementos necessários, uso várias técnicas para arrumação, tenho dois móveis no WC, um deles fica em cima da máquina de lavar roupa, 2 comodas e um móvel de cubos para os sapatos no hall de entrada, o roupeiro do quarto tem por cima umas caixas giras do Ikea, tenho outra comoda mais alta no quarto onde arrumo a roupa do meu filho, tenho dois sacos de arrumação de roupa debaixo da minha cama (roupa que servirá ao meu filho e roupa que deixou de servir- é fantástico ver a velocidade com que o segundo aumenta e o primeiro diminui), cabides por trás de todas as portas, um bengaleiro na entrada, caixas e mais caixas de brinquedos na sala e no quarto dela e ainda temos uns arrumos na cave.
Mesmo assim fico atolada em roupa quando chega a altura de trazer as caixas dos arrumos e ver o que serve e o que não serve, o que é preciso comprar ou não. Agora comprei na primark uns sacos de vácuo, vamos ver se resultam como prometem na poupança de espaço, tão precioso aqui em casa…
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