Hábitos alimentares (menos açúcar)
Sempre fui magra, o máximo que pesei, grávida de 9 meses, foi 74kg. O meu biotipo é esguia e magra e acumulo gordura nos locais errados, sendo fácil para mim perder peso. Posso dizer que, sem grande esforço, perdi 4 kg, só substituindo o pequeno almoço de leite e pão. No entanto, o corpo e a mente não estavam bem, sentia-me inchada, com fadiga, com dores nas costas e sem energia, pessimista. Tinha enxaquecas e crises frequentes de sinusite.
Eu adoro açúcar e tudo que seja doce, posso dizer mesmo que era viciada e ao perceber que essa adição estava a ser mais forte do que eu, refleti um pouco. Além disso, li um artigo recentemente onde falava que o açúcar refinado tem pH ácido e é nesses meios que se desenvolve o cancro e também que aquele ingrediente é o pior alimento para as crianças, não lhes traz qualquer benefício. Os meus filhos sempre comeram poucos doces e a minha filha tem um saco grande com guloseimas que traz das festas de anos e não lhes toca, está cheio. Ela prefere doces de colher, tais como, leite creme, arroz doce ou aletria ou então gelatina ou mousse de chocolate ou umas maças assadas com mel e canela ou um bolinho tipo pão de ló, o que acho ótimo porque eu posso reduzir bastante as porções de açúcar que acrescento às receitas. Por exemplo, a receita de arroz doce no robot de cozinha que faço normalmente leva 160g de açúcar e eu deito só 100g, os meus filhos ficam satisfeitos e saciados e comem menos do ingrediente indesejado.
Eu fui mais radical e parei durante um mês: não ingeri nenhum açúcar refinado e raramente comi produtos que o continham. Fiz esta dieta um mês e consegui alterar rotinas de sempre, como por exemplo, o hábito de adoçar o chá ou café.
Ainda não consegui deixar de comer um quadradinho de chocolate preto ou de fazer um bolinho ou arroz doce de vez em quando mas reduzi bastante as minhas porções.
É um hábito dos alemães que eu adoro e sigo: os alemães comem muito pouco açúcar e na maior parte das creches é proibido levar doces para a merenda. Vejo receitas de bolos alemães na internet e é raro o bolo que leve 100g de açúcar, no máximo 70g e para eles já é doce o suficiente. É uma questão de paladar e costume. Se nos habituamos a comer doces conventuais, que levam a absurda quantidade de 500g de açucar (por exemplo, o pudim abade de priscos), então não vamos ficar satisfeitos com pouco açúcar. Eu quero fazer o melhor para a minha família e eu penso que o melhor é menos açúcar...
Não me canso de partihar as fotos que
tiramos num parque lindo em Berlim