sábado, 22 de abril de 2017

Aqui e agora

Quando li estes dois textos que escrevi e partilhei aqui e aqui, descrevi duas realidades antagónicas e separadas por décadas, uma revolução pelo meio, vivências, educações e mentalidades opostas. Um foi escrito com tempo nas férias em portugal, na praia e no sol e outro escrito há pouco em Berlim no meio das tarefas repetitivas e do frio. Consegui uma antítese entre os dois textos mas que contém algo em comum, aquela palavra que envolve um sentimento gigante. Abro o livrinho amarelo que é meu companheiro em muitas horas de desvelo e entre as palavras saudação e saudar não está a tal. Apesar de amar estar no aqui e agora, de adorar o meu presente e agradece-lo com todas as minhas forças sinto falta de mim, de quem eu era no passado, daquela menina despreocupada e cheia de sonhos que ficou lá atrás...



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