Praga (parte II)
Alugamos casa pelo
site Home away por 3 noites, pagamos
300 euros mais 30 de despesas. A casa, apesar de não ser moderna, era bem
localizada, em Praga 10, tinha cozinha equipada, 2 quartos e até um jardim.
Tinha transportes públicos perto mas optamos por levar o carro para o centro
por causa dos miúdos e foi muito complicado estacionar. No segundo dia, andamos
1 hora à procura de estacionamento e acabamos por o colocar no parque dum
centro comercial, bem longe do castelo. Para o visitar, tivemos que caminhar
bastante por várias ruas inclinadas (a Inês mostrou-se cansada mas aos poucos
chegamos ao destino).
Os checos, mesmo na
zona turística de praga, não são calorosos ou simpáticos, o que me fez
compreender melhor a frase ”Os portugueses são hospitaleiros”. Assim como os
alemães, parece que os clientes é que lhes fazem um favor por consumir ou
comprar. Também não são prestáveis e não ajudam com os carrinhos de bebé nas
portas (nisso são diferentes dos alemães). O parar dos carros nas passadeiras é
um problema, os peões ficam muito espantados e quase não atravessam.
A vizinha (além do
senhorio, a única pessoa simpática que encontrei) veio oferecer ovos pintados e
guloseimas com a filha. É tradição na Páscoa nestes pais. Vi ovos lindos
pintados numa feira de produtos típicos na rua…
Viajar com duas
crianças pequenas tem sempre preocupações extra mas eles portaram-se bem. O
Eduardo não comeu muito mas fazia sestas no carrinho e esteve sempre bem-disposto.
Na vinda, chorou um pouco mas como o carro é espaçoso e consigo ir atrás, chegou
a Berlim já a dormir e ela também. Cansados os 2, ou melhor os 4 mas felizes por
termos saído da rotina.
Quando estávamos a
sair de Praga, a Nene disse:
-Ficamos tão pouco
tempo, xau Praga, és muito linda e eu adoro-te!
Acredito que estas experiências os enriquecem.
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