domingo, 25 de janeiro de 2015

Os dias têm sido passados entre quatro paredes. De manhã, a Maria Inês vai para a escola mas as tardes são bem caseirinhas. Algum frio e neve, uma constipação da mais pequena que teima em não passar e o meu estado de gravidez (quase 30 semanas) são os principais motivos. Então, há que aproveitar da melhor maneira e o desafio é afasta-la do computador e da televisão e a máquina fotográfica ajuda.


sábado, 17 de janeiro de 2015

Ás vezes, eu e o meu marido ficamos a olhar um para o outro e perguntamos como o tempo passa tão rápido, quando olhamos a nossa filha temos a sensação que ele nos escapa por entre os dedos. Como aconteceu esta mudança tão rapidamente?

De repente, temos em casa uma menina que tem conversas sobre a morte, sobre a deficiência, sobre como se fazem os bebés, perguntas verdadeiramente pertinentes e uma linguagem com palavras tão variadas como: observar, aterrorizada, exausta, preocupada, ansiosa, companhia e tantas outras. Muito sensível, chora com cenas mais tristes nos filmes infantis e não gosta de situações de stress, perigo ou em que os maus ameaçam os bons. Adora cantar e tem muito ouvido para a música, consegue reconhecer e associar as melodias e, por vezes, inventa as suas próprias canções.O mano é a novidade e faz questão de informar todos desse facto, diz frequentemente yupi vou ter um maninho, faz festinhas, dá beijinhos e fala com a barriga e até já recebeu umas manifestações por parte do irmão. A escolha do nome varia conforme a disposição.

Fisicamente, altera muito e cresce sem parar. Na impossibilidade de parar esse crescimento, de a conservar assim por muito tempo, de perpetuar esta fase tão querida e especial, vamos tirando-lhe muitas fotografias e, por isso, decidi que todas as semanas vou tentar colocar aqui uma fotografia escolhida por mim. Será um bom registo da evolução dela e depois em Abril já serão duas.

Utimamente, ela agarra numa máquina antiga nossa e toca a disparar, tira fotos a tudo e também nos pede para lhe tirarmos a ela...



sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Não sei bem o motivo mas talvez por ser o meu segundo e provavelmente último filho ou porque aqui na Alemanha a prioridade das mães é o conforto, dou por mim mais interessada naquela roupinha típica de bebé, babygrows, fofos, pijaminhas  (acho que este tipo de roupa se torna mais confortável, principalmente nos primeiros meses de vida).

Ao contrário do que aconteceu aquando da minha filha, que achava que estas peças eram só para dormir ou para estar em casa, agora vejo-me na rua com o meu filho assim vestido. Quero vesti-lo mais à bebé e retardar a introdução das gangas e afins. No fundo acho que quero retardar o avançar do tempo, o fluir natural das coisas e usufruir a fase deliciosa de bebé durante mais tempo.

Apesar de preferir a roupa de menina, conheci recentemente marcas que produzem esse tipo de roupa em Portugal, mesmo para menino; peças deliciosas, cheias de pormenor e de ótima qualidade e que prometem deixar os nossos filhos uns príncipes sem deixarem de ser bebés e de estarem cómodos. Vou ali continuar a fazer umas compras on-line...