As férias em Portugal foram muito boas, apesar de a
minha Inês ter ficado doente. No dia 26, ela acordou mais cedo que o costume
com febre e com dificuldades respiratórias Expetorou e ficou melhor. Demos-lhe
um antipirético, mas a febre teimava em voltar, quando não estava sob o efeito
da medicação.
Foi tão difícil vê-la assim, a minha menina sempre
cheia de vida e alegria estava prostrada, doente, com febre. Nunca a tinha
visto assim, vê-la doente é mil vezes pior do que eu estar doente, as dores
nela doem muito mais do que em mim própria (parecem frases feitas mas não são, só
mesmo experimentando). E imagino, muitas vezes que não vou estar lá para a
proteger de tudo na vida, que ela vai ter que fazer experiências sozinha e que,
inevitavelmente dará “cabeçadas”. A minha parte racional sabe que isso a
tornará mais forte e a fará crescer mas o instinto maternal pede-me para a
colocar debaixo da minha asa protetora, por muitos e muitos anos.
Entretanto, fomos com ela a uma médica de família e
passados três dias, a uma pediatra que lhe receitou antibiótico, tendo
melhorado finalmente. Nem me devia estar a lamentar, ela tem sido tão saudável
e com tanto que se vê por aí, só posso é agradecer. Isto e o tempo mau fez com
que tivéssemos aproveitado muito pouco no que diz respeito a saídas, tinha
planos de a levar a alguns sítios, de lhe mostrar algumas coisas. Ela recuperou
e ficou bem e isso é o mais importante para mim.
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