terça-feira, 14 de janeiro de 2014

As férias em Portugal foram muito boas, apesar de a minha Inês ter ficado doente. No dia 26, ela acordou mais cedo que o costume com febre e com dificuldades respiratórias Expetorou e ficou melhor. Demos-lhe um antipirético, mas a febre teimava em voltar, quando não estava sob o efeito da medicação.
Foi tão difícil vê-la assim, a minha menina sempre cheia de vida e alegria estava prostrada, doente, com febre. Nunca a tinha visto assim, vê-la doente é mil vezes pior do que eu estar doente, as dores nela doem muito mais do que em mim própria (parecem frases feitas mas não são, só mesmo experimentando). E imagino, muitas vezes que não vou estar lá para a proteger de tudo na vida, que ela vai ter que fazer experiências sozinha e que, inevitavelmente dará “cabeçadas”. A minha parte racional sabe que isso a tornará mais forte e a fará crescer mas o instinto maternal pede-me para a colocar debaixo da minha asa protetora, por muitos e muitos anos.

Entretanto, fomos com ela a uma médica de família e passados três dias, a uma pediatra que lhe receitou antibiótico, tendo melhorado finalmente. Nem me devia estar a lamentar, ela tem sido tão saudável e com tanto que se vê por aí, só posso é agradecer. Isto e o tempo mau fez com que tivéssemos aproveitado muito pouco no que diz respeito a saídas, tinha planos de a levar a alguns sítios, de lhe mostrar algumas coisas. Ela recuperou e ficou bem e isso é o mais importante para mim.

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