quinta-feira, 29 de junho de 2017

As alemãs e a moda

Costumamos dizer que as mulheres têm mais possibilidades do que os homens no que diz respeito ao vestuário. Podem usar calças, saias, calções, vestidos, jardineiras, laços, folhos, drapeado, nervuras, transparências...
Nos tecidos há todo um mundo de estampados floridos, geométricos, tie dry, riscas...

Na Alemanha mal vem um pouco de calor lá vão as mulheres a correr vestir a fardaO que é isso, perguntam vocês? Eu vou explicar (pode ser que tirem umas dicas ih,ih,ih 😊😊). 
As mais novas, adolescentes ou jovens adultas vestem calções curtos quase a espreitar a nádega (atenção que não tenho nada contra) As mais velhas, trintonas ou quarentonas, mais prudentes, aumentam o tamanho da perna e os calções chegam aos joelhos. Já as senhoras de idade mais avançada usam umas calças medianamente largas pela canela, corsários ou, como eu lhes chamo, calças de regar o milho. As t-shirts são básicas e nos pés há quem calce umas meias brancas com umas sandálias masculinas que só podem ser surripiadas dos maridos. Isto das meias brancas com sandálias (volto a repetir, tal a estranheza que me provocou inicialmente) é tipico dos homens alemães e dava por si só um post. Eles que são acalorados, por natureza e por influência do clima, têm um frio danado aos pés, o que os faz andarem nesta linda figura. Quando vejo só me apetece dizer: "Oh homem, tire-me essas meias ou calce uns sapatos fechadinhos!"
De vez em quando, lá se vê uma alminha com um macacão ou com uma saia de ganga mas os vestidos e as saias femininas são rarissimos. Passa semanas ou até meses sem me cruzar com alguém de salto alto e os acessórios também são quase inexistentes. No geral, as alemãs são muito pouco femininas (muitas andam com cabelos curtos espetados) e maquilhagem é algo que lhes passa longe (estão a ver a Merkel, não é?).  A praticidade e a comodidade é o que mais lhes importa e o ramo das roupas desportivas é muito popular por aqui. Eles têm a  Adidas, Esprit, Escada, Hugo Boss, Puma (são marcas alemãs) mas a ostentação e o exibir estatuto é ridiculo e não é olhado com bons olhos, por isso, a simplicidade e a modéstia na roupa costumam estar presentes (eles adoram roupa usada e com história).
Por outro lado, há muitos que tentam ser diferentes e originais nos mais variados estilos. Não é raro ver mulheres e homens com cortes e cores estranhos de cabelo, maquilhagens espampanantes e com roupas super invulgares, são os que eu chamo extravagantes.
As mulheres cuidam do rosto, corpo e cabelo mas estes cuidados são bastante caros e penso que há a tentativa de um equilibrio entre corpo/saúde e mente, em que a importância dada ao cuidado com a aparência não é exagerada. Aposto que muitas alemãs/ães preferem de longe uma massagem num spa, um passeio relaxante ao ar livre ou ler um bom livro do que ir para um cabeleireiro tratar do cabelo ou unhas.
Não se preocupe com isso se vier visitar Berlim, lembre-se que faz bastante frio e chove muito, por isso, traga agasalhos impermeáveis, inclusive no Outono e Primavera. Ninguém repara na roupa nem fica a olhar, por mais diferente que seja. Se forem mais ousadas a vestir e não ouvirem elogios, não foram vocês que perderam qualidades, os homens não assobiam nem mandam piropos (não usam a moda do pisca, pisca, o que eu acho fantástico).






segunda-feira, 19 de junho de 2017

Há uns dias aconteceu o incêndio em Londres. Fiquei sem palavras ao pensar naquelas pessoas presas numa torre em chamas, impedidas de sair dos seus apartamentos pelo fumo e fogo e o desespero a que chegaram ao ponto de atirarem os seus próprios filhos pela janela. Eu adoro casas altas com ótimas viastas e muito sol mas com isto conclui as vantagens de morar num R/C. Naquele dia fui-me deitar mal disposta e desconfortável.
Ontem acordei feliz e coloquei música mas quando liguei o PC e fui ao facebook vi uma notícia sobre um incêndio em Pedrogão Grande. O meu primeiro pensamento foi que já tinham começado os incêndios florestais mas quando me apercebi da dimensão e principalmente as consequências  a nivel de perdas de vidas humanas fiquei paralisada. Fartei-me de chorar e desliguei a música. Fiquei triste e pensativa o dia todo.
Em Pedrogão Grande não existem torres de 24 andares e morreram mais pessoas. As pessoas não estavam presas num prédio alto mas ficaram encerradas em carros ou foram surpreendidas pela rapidez das chamas e pelo fumo asfixiante (não quero comparar os 2 incêndios, foram situações muito diferentes). Sem ter para onde fugir, que horror...
O meu coração está com elas, familiares e amigos, bombeiros  e todos que perderam algo nesta tragédia. Gostava de poder ajudar mais e irei faze-lo financeiramente. Acredito que a onda de solidariedade será gigante, que a ajuda chegará a quem mais dela precisa e que estas pessoas não serão esquecidas quando as cinzas assentarem e tudo ficar mais calmo.
Não percebo nada de florestas nem de combate aos incêndios florestais mas penso que algo precisa de mudar em Portugal. Também as alterações climáticas que, têm sido tão desprezadas e subestimadas  por tantos, precisam ser encaradas como uma prioridade porque foram elas as grandes responsáveis. Não são só paranoias de meia dúzia de ambientalistas, é uma realidade com prejuízos graves e potencialmente irremediáveis para a nossa casa, a Terra (a única que temos) e para a Humanidade! (Sr. Trump ponha os olhos nisto).

PS- Fiquei verdadeiramente chocada pelo direto da Judite de Sousa da TVI ao lado de um corpo coberto. Não vale tudo. Haja respeito pelos familiares, amigos e pelos portugueses que neste momento estão de luto!

domingo, 11 de junho de 2017

Viena III


Se quiser conhecer os melhores locais para visitar no centro histórico de Viena clique aqui e aqui.

Prater

O Prater é um parque público que contém um lindo parque de diversões.
 Anteriormente era um parque de caça mas foi o imperador Joseph II que o tornou aberto ao público no ano de 1766 mas só em 1895 se estabeleceu como local de diversões (é conhecido como o mais antigo do mundo). Foi também por esta altura que foi construida no local uma roda gigante, a Riesen rad, outro dos símbolos de Viena. Em 2008 foi redesenhada mas mantém um ar tradicional com as suas cabines vermelhas a rodar.
Contém ainda muitos divertimentos, alguns bem radicais e vários restaurantes e cafés. Neste local, pode também visitar o museu Madame Tussauds, o planetário vienense ou o museu do Prater ou ainda fazer um passeio de 20 min no Praterzug (comboio do Prater).
O Prater abre de Março a Outubro mas a Riesen Rad e alguns divertimentos estão abertos todo o ano.








Palácio Schönbrunn

Junto com os seus jardins, este palácio foi eleito por mim o mais lindo que já vi. Desde 1996 é património mundial da UNESCO.
Os terrenos eram da família Habsburg desde 1569 e foi construída uma residência de Verão em 1642. Depois de 1743, a imperatriz Maria Teresa e o seu marido construiram aqui um lodge de caça para o seu filho mas durante o reinado de Franz joseph I e a imperatriz Elisabeth (Sissi) esta residência passou a ter um brilho de um palácio imperial.
Os jardins contêm a Gloriette, o labirinto, um zoo, a casa das palmeiras (uma grande construção em vidro que expõe dezenas de plantas mediterrâneas, tropicais ou sub-tropicais), bem como numerosas estátuas e fontes. A gloriette é uma estrutura mais alta construida por ordem da imperatriz Maria Teresa e Joseph II em 1775 e tem um terraço com 20 metros de altura com uma vista linda sobre os jardins e a cidade. O labirinto é um conjunto de caminhos ladeados por sebes com uma plataforma alta no centro.
Tive muita pena de não visitar o inerior que deve ser igualmente grandioso mas as filas nas bilheteiras e entrada estavam impossíveis porque esta é a atração turística mais visitada de toda a Aústria (Österreich em alemão). Por este fato, aconselho a compra do bilhete antecipadamente neste site.

Uma dica para quem viaja com os mais pequenos é visitar o museu da criança onde através de diversas atividades poderão vislumbrar um pouco da vida quotidiana das crianças reais da época  e o mais engraçado e divertido é a oportunidade dos meninos e meninas se vestirem como verdadeiros principes e princesas.



















Palácio Belvedere 



Visitamos mais este palácio que foi construido para ser a casa de Verão do principe Eugénio de Saboia. É composto por dois palácios principais barrocos: o Belvedeure superior e o Belvedeure (bela vista) inferior separados por bonitos jardins. 
O trabalho da construção começou em 1700 e terminou em 1716 o Belvedeure inferior e em 1724 o Belvedere superior. Depois da morte do principe, os palácios foram vendidos à coroa imperial. Mais recentemente, foi no Belvedere superior que foi assinado o tratado que restituiu a independencia à Aústria. 
Estes palácios são grandiosos no seu interior e os jardins contêm ainda uma estufa espetacular para laranjas (agora alberga uma exposição de arte); os estábulos do palácio que expõem pinturas em painel, esculturas; o palácio de Inverno; fontes e estátuas. Este complexo de palácios é muito dedicado à exposição de arte e há a destacar a coleção de pinturas do famoso pintor austriaco Gustav Klimt, especialmente o Beijo.








Memorial aos soldados russos na batalha de Viena


Descendo a rua deste palácio, deparamo-nos com uma praça, uma fonte e um monumento dedicado aos 17000 soldados russos que perderam a vida lutando contra os nazis na batalha de Viena. Neste local existe a estátua dum soldado russo e uma série de colunas em mármore branco dispostas em semi círculo.

terça-feira, 6 de junho de 2017

Viena II


Parlamento austríaco

Continuando no centro histórico, vimos também o exterior do prédio do parlamento que é muito belo e grandioso no seu estilo neo-grego. É adornado por mais de 100 estátuas, incluindo 4 grandes carruagens no telhado. O mais impressionante na minha opinião é a parte central que é a Fonte Pallas Athena mas estava toda tapada. Conseguimos ver a deusa Atena rodeada por estátuas que representam as várias regiões do império Austro-húngaro. Poderíamos ter feito uma visita guiada ao interior do edifício mas o tempo não deu para tudo.




Jardins do povo

Nas imediações fica o parque do povo (Volksgarten) que foi construído entre 1820 e 1832. Segue a regra francesa de amplos passadiços com canteiros dispostos geometricamente. Adorei o memorial à imperatriz Elizabeth com uma estátua, uns jardins e um pequeno lago e o maravilhoso templo de Teseu que recria o templo de Hefesto na Grécia. Em frente a este fomos brincados com um concerto de música clássica a céu aberto.
Adorei também o jardim das rosas (Rosengarten) com flores de cores e perfumes deliciosos. Achei engraçado um pormenor: todas as roseiras tinham uma placa com uma inscrição, festejando um aniversário de nascimento ou de casamento ou relembrando a data da morte de alguém.







Museu de história natural e de história da arte

O museu de história natural e de história da arte são dois edíficios frente a frente com um jardim no meio com uma estátua da imperatriz Teresa. Os edifícios são esplêndidos e escolhemos visitar o da história natural porque é uma temática que nos interessa mais. O átrio, o teto e as escadas do museu são lindas e valem uma visita mesmo que não vá visitar o museu 
O bilhete custou 10 euros por adulto e as crianças não pagaram nada. O museu é muito completo, tem uma grande coleção de fósseis. minerais e pedras preciosa (um impressionante topázio de 117 kg). 
Pode ainda constatar a grandiosidade do esqueleto de um diplococo e de um iguanon e imaginar o animal vivo. Tinha até um dinossauro que mexia e fazia um barulho assustador. 
Podemos também ter um vislumbre da evolução da vida na Terra através de modelos de animais extintos, de reproduções da vida inicial nos oceanos e da evolução que foi existindo nos animais e plantas.
Vimos uma exposição da vida do homem na pré-história e de artefatos, bem como de representações de animais da época (fiquei a saber que o homem fazia tendas primitivas com os ossos dos mamutes que caçava). 
Vimos também a pequena Venús de Willendorf que é uma conhecida estatueta de calcário com 24000 anos. 
Ao longo das 40 salas vimos também uma exposição sobre o espaço e a evolução espacial. Achei este museu espetacular e aconselho a visita a todos que gostem destas coisas, inclusivamente com crianças (a Inês adorou).





Rathaus

A rathaus é a câmara municipal de Viena e alberga também o conselho administrativo da região. Foi construida entre 1823 e 1888 . O seu estilo é gótico tendo alguma semelhança com a catedral de São Estêvão com uma torre semelhante. No cimo da torre podemos ver a figura do Rathausmann que guarda o edifício e é um cavaleiro medieval com 5,4 m e 650 kg. Na foto conseguem ver a torre da Rathaus à direita (era a única fotografia que tinha).



Igreja Votiva

Nas imediações fica a igreja Votivkirche no seu estilo neo-gótico/romântico As suas duas torres   são as segundas mais altas da cidade (a mais alta é a da catedral de São Estêvão). Foi construída em gratidão pelo fracasso na tentativa de assassinato do imperador franz Joseph I. Não tenho fotografias de frente porque fiquei paralisada com a beleza desta catedral branca lindamente adornada com rosáceas, portais e delicadas torres triangulares e contrafortes.


O centro de Viena é lindo, está cheio de estátuas, jardins, edifícios invulgares e história. Esta parte da cidade é como se fosse um museu a céu aberto. A música está muito presente e em muitos locais estavam homens vestidos de Mozarts a publicitarem uma opera ou um espetáculo de música clássica. Estas são mais algumas fotos que fomos tirando do centro de Viena.














Dicas: A Rathaus e o parlamento merecem um visita noturna porque com iluminação a sua beleza é realçada. Outra atividade que também parece ser interessante é fazer o passeio de carruagem pelo centro mas é bastante caro e demorado.
Se seleccionarem antes os museus e exposições que querem visitar podem poupar dinheiro comprando antecipadamente os bilhetes on line e evitar filas. Deste modo, existem bilhetes combinados de vários museus e transportes públicos como o Vienna card. Além disso, se quer ganhar tempo nas filas compre o Sissi ticket (dizem que é o mais vantajoso).
Passamos um dia no centro histórico e só visitamos o museu sissi e no de história natural mas se tivéssemos comprado estes passes combinados tínhamos ganho tempo e dinheiro.







quinta-feira, 1 de junho de 2017

Viena I


Queria ter ido a Paris à eurodisney ou então a Londres mas a disney iria estar apinhada na Páscoa e Londres requeria apanharmos um avião. Optamos pela capital do pais vizinho, Viena. A distância de Berlim a Viena são 680 km passando pela República checa/Praga. Fizemos o caminho mais rápido e curto entre as duas cidades, segundo as indicações do GPS.  
Aconselho a comprarem os dísticos para circularem nas autoestradas quando entrarem na República Checa e na Áustria (fomos controlados pela polícia na Republica Checa). É só pararem na primeira área de serviço na entrada do país e pagarem 15 euros por 10 dias seguidos na Republica Checa e 8,80 por 10 dias consecutivos na Áustria.  
Ficamos 3 dias inteiros na cidade. Para tudo o que há para ver e experimentar foi francamente pouco mas era o que tínhamos e aproveitamos ao máximo. Se tiverem mais dias podem visitar as duas capitais, Praga e Viena. porque Praga fica no caminho, mas aconselho a ficarem mais dias em Viena.
Encontramos um alojamento à nossa medida no AirBNB, o qual muito recomendo pela localização, condições e agilidade no processo. Com crianças é mais fácil ficarmos numa casa porque podemos. pelo menos ao jantar, cozinhar comida saudável e eles puderam explorar a casa e não ficaram confinados a um quarto de hotel. Pela terceira vez optamos por esta solução e ficamos sempre muito satisfeitos.
Viena é uma cidade grande com 1,6 milhões de habitantes e chegou a ser a quinta maior cidade do mundo mas perdeu um quarto da população no fim da primeira guerra mundial. É uma cidade limpa, segura e organizada com uma elevada qualidade de vida. É uma das cidades mais ricas do mundo e é visitada por 12 milhões de turistas por ano. O custo de vida é bastante superior comparado com Berlim por isso desembolsamos mais no supermercado, nos almoços fora e no estacionamento. Tivemos alguma dificuldade em encontrar um apartamento com boas condições a um preço aceitável.

Centro histórico

O centro histórico de Viena foi considerado pela UNESCO como património da humanidade. Foi aí que estivemos no primeiro dia.


Catedral de santo Estêvão

A nossa visita começou na Catedral de Santo Estêvão (Stephansdom) onde entramos e ficamos maravilhados com a beleza dos vitrais, colunas, púlpito e altar. Este edifício gótico foi construído no séc. XII na idade média mas aumentada e melhorada ao longos dos tempos. A entrada na igreja é gratuita mas mediante um pagamento e um guia local pode visitar as catacumbas (onde estão as urnas com órgãos internos da família Habsburgo, é macabro mas considerado na altura um privilégio) e o tesouro e torre sul. O topo desta torre está a 137 metros de altura e pode ser atingido subindo os 343 degraus. O telhado da catedral é peculiar e original, com várias cores dispostas em linhas em ziguezague.








Palácio Hofburg


Foi durante mais de 500 anos o local de residência da família Habsburg. É um enorme complexo que inclui vários museus, uma capela e igreja, os aposentos imperiais, a escola de equitação espanhola e a biblioteca nacional austríaca.  O tesouro imperial pode ser visitado (prataria, cristais e loiças); os apartamentos imperiais conservam o luxo e grandiosidade em que viviam os imperadores; a escola de equitação espanhola é dedicada ao treino dos cavalos lipizzanos (trazidos de Espanha) e pode visitar apenas os estábulos e o local onde eles treinam ou assistir aos espectáculos equestres na famosa escola de Inverno. Se gosta destes animais aconselho estes programas.
O que não podia deixar de visitar foi o museu da Sissi (era esta a princesa da pergunta do post anterior). Tem seis salas onde se fica a conhecer um pouco da vida desta imperatriz. O audio guide, ainda não está disponível em Português, relata-nos a rebeldia e dificuldade em cumprir o protocolo mas também a profunda tristeza em que vivia, assim como mostra diversos pertences pessoais da princesa Sissi. Fiquei feliz por poder visitar o local onde  ela viveu porque fiquei maravilhada quando em criança vi os filme com a Romy Schneider e esse fascínio manteve-se pela infância e adolescência (percebi com esta visita que o filme não retrata a realidade).











Praça dos heróis

Em frente deste palácio está a Heldenplatz que é linda com suas duas estátuas e toda a envolvência majestosa. As estátuas são do arquiduque Carlos da Áustria  inaugurada em 1860 e do príncipe Eugene de Savoy inaugurada em 1865.
Em frente, fica o Portão da Cidade que não cheguei a fotografar mas que foi construído para homenagear os soldados que lutaram contra as invasões napoleónicas e depois reconstruído como um memorial de guerra em 1933/34.





(continua)