sábado, 27 de fevereiro de 2016

Neve e mais neve, estes dois primeiros meses de 2016 têm sido férteis em nevões, uns maiores outros mais pequenos e por isso, as brincadeiras na rua também têm sido muitas. Sempre bem agasalhados, é possível as crianças (e os adultos) usufruírem porque é bom tirar partido do que temos. 

Eu prefiro de longe o calor, o sol, as roupas leves e frescas, as cores alegres, os dias compridos (já estou a sonhar com o Verão), mas aqui o Verão é curtinho (com sorte 3 meses), Junho por vezes é frio, Julho e Agosto costuma estar quentinho mas em Setembro já precisamos de roupa mais aconchegante! 

Estou de acordo com a máxima: "não te lamentes pelo que não tens, sob pena de desperdiçares o que está à tua frente."







sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Algumas pessoas gostam as suas casas sempre da mesma maneira e com as mesmas coisas sempre nos mesmos sítios mas eu odeio a  monotonia de uma casa sempre igual. Aborrece-me as mesmas cortinas, o mesmo edredão, as mesmas almofadas, as mesmas velas. gosto de ir alterando a decoração da casa. as vezes basta mudar de sitio uma vela, umas flores novas, uma planta noutro vaso, uma lanterna nova, um papel de embrulho bonito numa moldura, umas almofadas novas para eu entrar em casa com um ânimo diferente e me sentir logo renovada também.
A Inês tem um edredão do Ikea mas, como a casa é bastante aquecida, tornou-se muito quente e tinha que comprar uma colcha  mais leve. Aproveitei e toca de remodelar o quarto dela e, com pequenos objetos, se pode dar um novo ambiente ao quarto.  Adoro o processo, ver o que combina, o que fica bem ali e aqui, imaginar como ficará...
Ainda não está completo, leia-se está uma confusão mas vou mostrando os objetos até ao resultado final.


Casinhas de pássaros amorosas que comprei há um ano que me deram a ideia das cores do quarto: rosa e menta/azul turquesa

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

A única decoração de Natal que, em início de Fevereiro, continua no teto da minha sala e continuará até me apetecer...

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016


"Os quatro volumes já publicados sobre Álvaro Cunhal, da autoria de Pacheco Pereira, constituem um dos estudos monográficos de maior relevo sobre a história do século XX português."


O meu pensamento fugiu logo para a figura do meu avô materno. Aquele Senhor, Manuel Tiago de pseudónimo, sempre me fez recorda-lo. Cresci a ouvir histórias do Barreirinhas, figura muito prezada e admirada na nossa casa. 

Da mesma geração, de ideologias políticas parecidas, honestidade inquestionável e uma aparência semelhante (aquelas sobrancelhas farfalhudas e um certo ar distante e sério). Se tivesse tido as mesmas oportunidade, poderia ter tido um percurso de vida equivalente, também no direito ou noutra área, mas quis o destino que o seu pai tivesse falecido quando ele tinha 8 meses e a sua mãe viu-se grávida com 8 filhos para criar. Mulher de genica, sonhava para o filho o destino de caixeiro, julgando que seria o melhor (qual mãe não deseja o melhor para os filhos?), mas era algo que ele não gostava. Viria a tornar-se comerciante, escritor e poeta nas horas vagas com uma veia para o teatro, introvertido mas com um humor muito próprio. 

Penso nuitas vezes nele agora, talvez por repetir o seu nome muitas vezes durante o dia (tenho um filho também Eduardo), sinto um orgulho enorme por isso e gosto de pensar que o meu filhote tem um pouco do bisavô: da sua inteligência, da sua capacidade para gerir (tornava-se às vezes demasiado económico ), do seu espírito avançado para a época (já na altura o meu avó questionava os dogmas da religião e a própria sociedade, não submetia a minha avó às suas ideias nem lhe impunha a sua vontade, não deixava os filhos beberem álcool, comprava e obrigava-os a tomarem colheradas de óleo de fígado de bacalhau, gostava de ler e de se manter informado, falava corretamente e sem palavrões), da sua honestidade, do seu inconformismo que o fez mudar de ocupação tantas vezes...

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Aniversário de uma mãe


A mãe acordou às 8h30m com o choro do filho mais novo. foi-lhe mdar a fralda e dar-lhe  o pequeno almoço. Entretanto, põe a roupa a lavar e aspira a cozinha porque o marido ontem à noite partiu um copo. A filha mais velha acorda e vai dar-lhe o pequeno almoço e, depois, vai fazer a sopa para o filho e o almoço. Chega o marido e oferece-lhe um ramo de flores lindo e uns bombons. Almoçam e dá o almoço aos pequenos, muda (de novo) a fralda ao mais pequeno e coloca ambos a  dormir. Finalmente. consegue tomar banho e umas 2 horas para si mesma. parecia que as crianças adivinharam que era o seu aniversário e que estava a precisar de umas  horas de silêncio e calma. 
Os miúdos acordam, dá-lhes o lanche, coloca a loiça na maquina, chega o marido do trabalho mais cedo e depois de uma semana quase toda em casa (com a filha doente e, de seguida, ficaram todos, menos o Eduardo), vai dar uma voltinha por 2 horinhas. que maravilha..
Quando voltou, o marido tinha feito um bolo, jantaram todos juntos, ainda falou no skype com a família para Portugal e, ao deitar, recebeu outra prenda mas a melhor foi um beijo repenicado e um abraço apertado dos seus dois filhotes e do marido...
Que dia de aniversário pouco glamoroso teve esta mãe mas surpreendentemente foi-se deitar com um sorriso feliz.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Umas obras aqui nas redondezas nos carris do Tram (espécie de elétrico que circula nas ruas a par dos automóveis) e uma folha A4, colocada na  porta dos prédios, a informar das alterações na circulação do Tramm e dos automóveis e, tão alemão, a data e a hora a que se iniciarão e terminarão as obras.