quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
domingo, 26 de janeiro de 2014
Gosto de cozinhar. Para mim é um gosto: planear refeições
diferentes, preparar o prato, inventar novas combinações, ver a comer com gosto
e, principalmente ouvir os elogios do E. Quando cozinho (seja doces ou salgados)
estou a oferecer, além de uma boa (pelo menos tento) refeição, amor e carinho.
Impregno os meus pratos de todo o amor e carinho que sinto pelos meus, não
esquecendo o sabor, a variedade e a saúde.Tenho feito várias experiências culinárias, umas
melhor conseguidas, outras nem tanto mas todas válidas, visto terem-me sempre
ensinado a transformar uma próxima tentativa em algo melhor. A cozinha também é
uma ciência, feita de ensaios, erros e repetições, até atingir a combinação
perfeita, ou pelo menos, aquela que mais agrada a cada um.Alguns pratos (salgados) que tenho experimentado são:
lasanha de salmão, canelones de carne picada e de atum, hambúrguer de salmão,
carne de porco com maçã e cogumelos, pernas de frango com molho de soja,
gengibre e mel, dourada com legumes assados, rolo de carne, bifes de peru
enrolados com salsicha e queijo, lentilhada, espargos com ovos mexidos, lentilhada, almondegas
no forno com molho de tomate e queijo, tomates recheados com carne picada,
quiches diversas, wraps com carne de frango e legumes mexicanos (E).
De entre os doces contam-se: bolo de limão e coco,
bolo zebra, bolo de laranja, tarte de maçã, tarte de amêndoa, bolo de chocolate
com morangos e gelado de baunilha, salpicado de canela, panquecas (E).
Ps- O que está assinalado com E é especialidade do meu marido.
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
As férias em Portugal foram muito boas, apesar de a
minha Inês ter ficado doente. No dia 26, ela acordou mais cedo que o costume
com febre e com dificuldades respiratórias Expetorou e ficou melhor. Demos-lhe
um antipirético, mas a febre teimava em voltar, quando não estava sob o efeito
da medicação.
Foi tão difícil vê-la assim, a minha menina sempre
cheia de vida e alegria estava prostrada, doente, com febre. Nunca a tinha
visto assim, vê-la doente é mil vezes pior do que eu estar doente, as dores
nela doem muito mais do que em mim própria (parecem frases feitas mas não são, só
mesmo experimentando). E imagino, muitas vezes que não vou estar lá para a
proteger de tudo na vida, que ela vai ter que fazer experiências sozinha e que,
inevitavelmente dará “cabeçadas”. A minha parte racional sabe que isso a
tornará mais forte e a fará crescer mas o instinto maternal pede-me para a
colocar debaixo da minha asa protetora, por muitos e muitos anos.
Entretanto, fomos com ela a uma médica de família e
passados três dias, a uma pediatra que lhe receitou antibiótico, tendo
melhorado finalmente. Nem me devia estar a lamentar, ela tem sido tão saudável
e com tanto que se vê por aí, só posso é agradecer. Isto e o tempo mau fez com
que tivéssemos aproveitado muito pouco no que diz respeito a saídas, tinha
planos de a levar a alguns sítios, de lhe mostrar algumas coisas. Ela recuperou
e ficou bem e isso é o mais importante para mim.
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