sábado, 26 de agosto de 2017

Infertilidade masculina


Segundo um artigo do jornal Público de 27 de Julho de 2017 que se refere a um estudo publicado na revista Human Reproduction Updates, o número de espermatozóides em homens dos EUA, Europa, Austrália e Nova Zelândia tem vindo a diminuir mais de 50% entre 1973 e 2011. 
Os investigadores apontam as possíveis causas para esta redução nos países desenvolvidos, as quais parecem estar ligadas ao estilo de vida da sociedade moderna. Assim, as conclusões sobre as causas não são definitivas mas os cientistas apontam algumas pistas, tais como, o tabagismo e o stress materno que afetam o desenvolvimento do sistema reprodutor masculino no útero; o tabagismo; a obesidade; o sedentarismo; a exposição prolongada a produtos químicos, como pesticidas, nos alimentos e no ambiente. 
Referem ainda que resultados de estudos recentes defendem que uma baixa contagem de espermatozóides está associada a um aumento da morbilidade e da mortalidade, o que se traduz em sérios riscos para a saúde. Concluem ainda que este indicador pode ser um primeiro sinal de alerta dos efeitos do estilo de vida atual na saúde.   

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Amamentação



Amamento o meu filho de 27 meses. fomos mantendo esse miminho do adormecer na sesta da tarde (agora que estamos de férias e aos fins de semana) e da noite. Por vezes, quase não mama mas quando fica doentinho e não come o suficiente, a mama é um bom suplemento e o leite chega a sair com força. O pediatra tinha-me dito na consulta de 1 ano que só tolerava a amamentação até aos 18 meses mas ele não sabe e assume que já não o amamento. Penso que a amamentação contribuiu para que ele tenha entrado na creche e não tenha tido problemas a nível de saúde. Aquando do início da frequência na escola, com 20 meses, todos ficaram espantados por ele ainda mamar. Simplesmente, não é algo comum neste pais.
 Ele é inteligente, ativo, simpático e extrovertido, apesar de pequeno e magrinho (pesa pouco mais do que 11 kg). Na última consulta, verificou-se que ele baixou de percentil e vai voltar ao pediatra daqui por 3 meses para controlar o peso, O pediatra quer despistar doenças mas a minha opinião é que a hereditariedade e a entrada na creche estejam a ser determinantes. 
Quando fica com sono ele coloca a mão no meu peito em qualquer sítio onde esteja. Isso é algo que me incomoda porque acabo por ficar descomposta. Tirando isso, a amamentação tornou-se algo natural para mim.


Relação entre duração da amamentação e obesidade infantil


Li recentemente num artigo do jornal Público que segundo um estudo europeu, 60% dos bebés portugueses são amamentados por um período de 6 meses ou mais, período superior ao verificado na França, Grécia e Reino Unido. O objetivo do estudo foi analisar a relação entre duração da amamentação e a introdução de alimentos sólidos com a obesidade infantil mas não foi encontrada uma relação segura entre estes. Deste modo, não houve dados consistentes que mostrem que uma reduzida duração da amamentação e uma diversificação alimentar precoce possam influenciar parâmetros  como a estatura, o excesso de peso, a obesidade e a quantidade de massa gorda, mesmo juntando dados de vários países. Os investigadores afirmam que existirão outros fatores que estão a contribuir para o aumento da obesidade infantil.